24/02/2022 às 16h13min - Atualizada em 24/02/2022 às 16h13min

Sanepar fará diagnóstico participativo em 14 bacias hidrográficas do Paraná

Trabalho consiste em entrevistas individuais e reuniões comunitárias. O objetivo principal é identificar riscos atuais e futuros que impactam na quantidade e na qualidade da água dos mananciais de abastecimento, onde há alguma limitação operacional

- AEN

A Sanepar começou nesta quarta-feira (23) o trabalho de levantamento das condições ambientais, sociais e econômicas de 14 bacias hidrográficas do Paraná. O projeto intitulado Diagnóstico Participativo vai envolver quase 5 mil propriedades rurais em 26 municípios do Estado. O objetivo principal é identificar riscos atuais e futuros que impactam na quantidade e na qualidade da água dos mananciais de abastecimento, onde há alguma limitação operacional.

Os envolvidos na ação são 100% das propriedades com Cadastro Ambiental Rural (CAR), do Ministério da Agricultura e Pecuária, e uma parcela dos moradores das áreas urbanas, considerando o território-alvo aquele que fica a montante (acima/antes) dos pontos de captação da Sanepar.

 

A pesquisa será feita em visitas domiciliares nos meios rural e urbano, com levantamento de dados como infraestrutura, atividades desenvolvidas, caracterização ambiental, origem da água, destino dado ao esgoto e aos resíduos sólidos, práticas de conservação do solo e métodos de cultivo ou manejo.

Também estão previstas reuniões comunitárias no ambiente rural para a definição das ações prioritárias e dos responsáveis pela sua execução.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Julio Gonchorosky, afirma que este levantamento subsidiará planos futuros de intervenções nas bacias. Recursos virão do Fundo Azul e de parcerias estabelecidas nos territórios. Os dados consolidados também entrarão nos Planos de Segurança de Água.

“Estamos reunindo esforços para que o diagnóstico seja de fato participativo no levantamento de questões, ações e prioridades. É importante que haja a apropriação e a busca de soluções por parte de quem está no cotidiano das bacias”, disse o diretor.

Este trabalho dá relevância à gestão compartilhada dos recursos hídricos. Entre os principais parceiros do projeto estão o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), os conselhos de meio ambiente e as prefeituras de Londrina, Cambé, Arapongas, Rolândia, Jandaia do Sul, Cambira, Santa Mariana, Cornélio Procópio, Paranavaí, Ponta Grossa, Castro, Carambeí, Bituruna, Reserva, Turvo, Pinhais, Cascavel, Francisco Beltrão, Manfrinópolis, Flor da Serra do Sul, Marmeleiro, Pato Branco, Mariópolis, Vitorino, Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu.

As bacias alvo deste projeto são Cafezal, Águas do Ema, Ribeirão Marumbi, Alagados, Herval, Maromba, Turvo, Rio do Meio, Cascavel, Marrecas, Pato Branco, Tamanduá, Ribeirão Arara e Águas das Araras. A única exceção na seleção das bacias é a do Rio Pequeno, pela sua importante contribuição para o Reservatório do Iraí.

Para mais informações sobre o Diagnóstico Participativo, os interessados deverão enviar email para o gestor responsável de cada região. Sendo, na região Leste, Crislaine Mendes ([email protected]), região Norte, Andréa Fontes ([email protected]), e no Sudoeste, Marilucia Rodrigues ([email protected]).

A Sanepar começou nesta quarta-feira (23) o trabalho de levantamento das condições ambientais, sociais e econômicas de 14 bacias hidrográficas do Paraná. O projeto intitulado Diagnóstico Participativo vai envolver quase 5 mil propriedades rurais em 26 municípios do Estado. O objetivo principal é identificar riscos atuais e futuros que impactam na quantidade e na qualidade da água dos mananciais de abastecimento, onde há alguma limitação operacional.

Os envolvidos na ação são 100% das propriedades com Cadastro Ambiental Rural (CAR), do Ministério da Agricultura e Pecuária, e uma parcela dos moradores das áreas urbanas, considerando o território-alvo aquele que fica a montante (acima/antes) dos pontos de captação da Sanepar.

A pesquisa será feita em visitas domiciliares nos meios rural e urbano, com levantamento de dados como infraestrutura, atividades desenvolvidas, caracterização ambiental, origem da água, destino dado ao esgoto e aos resíduos sólidos, práticas de conservação do solo e métodos de cultivo ou manejo.

Também estão previstas reuniões comunitárias no ambiente rural para a definição das ações prioritárias e dos responsáveis pela sua execução.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Julio Gonchorosky, afirma que este levantamento subsidiará planos futuros de intervenções nas bacias. Recursos virão do Fundo Azul e de parcerias estabelecidas nos territórios. Os dados consolidados também entrarão nos Planos de Segurança de Água.

“Estamos reunindo esforços para que o diagnóstico seja de fato participativo no levantamento de questões, ações e prioridades. É importante que haja a apropriação e a busca de soluções por parte de quem está no cotidiano das bacias”, disse o diretor.

Este trabalho dá relevância à gestão compartilhada dos recursos hídricos. Entre os principais parceiros do projeto estão o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), os conselhos de meio ambiente e as prefeituras de Londrina, Cambé, Arapongas, Rolândia, Jandaia do Sul, Cambira, Santa Mariana, Cornélio Procópio, Paranavaí, Ponta Grossa, Castro, Carambeí, Bituruna, Reserva, Turvo, Pinhais, Cascavel, Francisco Beltrão, Manfrinópolis, Flor da Serra do Sul, Marmeleiro, Pato Branco, Mariópolis, Vitorino, Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu.

As bacias alvo deste projeto são Cafezal, Águas do Ema, Ribeirão Marumbi, Alagados, Herval, Maromba, Turvo, Rio do Meio, Cascavel, Marrecas, Pato Branco, Tamanduá, Ribeirão Arara e Águas das Araras. A única exceção na seleção das bacias é a do Rio Pequeno, pela sua importante contribuição para o Reservatório do Iraí.

Para mais informações sobre o Diagnóstico Participativo, os interessados deverão enviar email para o gestor responsável de cada região. Sendo, na região Leste, Crislaine Mendes ([email protected]), região Norte, Andréa Fontes ([email protected]), e no Sudoeste, Marilucia Rodrigues ([email protected]).


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