29/11/2019 às 13h06min - Atualizada em 29/11/2019 às 13h06min

Três anos após tragédia, famílias das vítimas do voo da Chapecoense ainda lutam por justiça

Gazeta Esportiva
Raul Arboleda
O dia 29 de novembro ficará marcado para sempre na história do futebol de uma forma muito triste. O acidente aéreo que envolveu o time da Chapecoense completa três anos nesta sexta-feira (considerando o horário brasileiro – seria no dia 28 na Colômbia). O desastre deixou 71 mortos e diversas famílias desamparadas, que até hoje, mesmo tanto tempo depois, lutam por justiça.

Em entrevista exclusiva para a Gazeta Esportiva, Fabienne Belle, presidente da Associação das Famílias das Vítimas do Voo da Chapecoense (AFAV-C), contou qual a atual situação da disputa judicial que envolve a companhia aérea LaMia e a corretora AON para o pagamento da indenização aos familiares das vítimas.

 

“Os seguros da companhia não foram pagos para ninguém”, afirmou Fabienne, que é viúva do fisiologista Luiz César Martins Cunha. “O que foi oferecido pela corretora e seguradora foi um fundo humanitário no valor de US$225 mil (cerca de R$958 mil) para cada família”, completou.Quem aceitou a proposta, porém, assina um termo abrindo mão de seus direitos legais e comprometendo-se a não entrar em nenhum tipo de ação contra os responsáveis pelo acidente.

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